PROJETOS FINALIZADOS

Unidades de Conservação do estado do Rio de janeiro: Análises e Estratégias para a Conservação da Flora Endêmica Ameaçada

Patrocínio : Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2015 a 2017

O objetivo do projeto é o de promover o conhecimento do estado de conservação das espécies endêmicas do Estado do Rio de Janeiro, bem como sua distribuição e ocorrência, especialmente em Unidades de Conservação, para que se possa aferir a suficiência destas na conservação da flora ameaçada do Rio de janeiro, embasar políticas de expansão das Unidades de Conservação já estabelecidas e indicar áreas prioritárias para a implementação de novas Unidades. Somem-se a isso a oportunidade de se estabelecer outro importante instrumento de conservação da biodiversidade, que são as Red Lists, ou as Listas Vermelhas de espécies ameaçadas, além do Planejamento de Ações de conservação dessas espécies.

 

Elaboração e Publicação dos Planos de Ação Nacionais (PANs)

Patrocínio : Ministério do Meio Ambiente – MMA
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2015

Tem como objetivo a conservação da flora ameaçada de extinção nas regiões de região da Serra do Espinhaço Meridional e na mesorregião Norte de Minas Gerais.

 

Project Improving Brazilian Capacity to Conserve and Use Biodiversity Through Information Management and Use

Patrocínio : The United Nations Environment Programme
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 a 2016

Em dezembro de 2010, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) recebeu do CNPq a missão de construir um herbário virtual para abrigar as imagens de plantas brasileiras que estão depositadas em herbários de outros países, criando em uma instituição pública brasileira a capacidade de armazenar e fornecer dados de qualidade sobre a nossa flora. Os primeiros parceiros desta iniciativa foram os herbários K (Royal Botanic Gardens, Kew) e P (Muséum national d’histoire naturelle, Paris), cujas imagens se somam às do herbário RB, do próprio JBRJ. Com a inclusão de dados e imagens de novos parceiros internacionais e nacionais há a necessidade do desenvolvimento de um sistema de integração que facilite a entrada e atualização constante dos dados e imagens ao sistema. As melhorias a serem desenvolvidas no atual sistema de gerenciamento de coleções têm como objetivo tornar o JBRJ uma instituição-modelo no tratamento, qualificação e compartilhamento de dados sobre biodiversidade, provendo dados qualificados sobre espécies, ocorrências, observações de campo e produção intelectual sobre a biodiversidade de plantas brasileira aos sistemas voltados para integração, tratamento e análise de dados sobre biodiversidade, como o SiBBr, GBIF, Flora do Mundo Online, IUCN, SpeciesLink, etc.

 

Conservação de espécies da flora criticamente em perigo de extinção do cerrado brasileiro

Patrocínio: Tropical Forest Conservation Board – TFCA/ FUNBIO
Gestão e execução: Fundação Flora de Apoio À Botânica
Período: 2012 a 2015

Objetivo:

Evitar novas extinções de espécies da Flora do Cerrado brasileiro, através do planejamento de ações para a conservação daquelas consideradas Criticamente em perigo de Extinção, de acordo com a Estratégia de Conservação de Espécies.

Objetivos Específicos:

• Elaborar diretrizes para a implantação e doação nacional de Estratégia de Conservação e espécies SCS/ SSC-IUCN garantindo o alinhamento das demandas nacionais com as metas de acordos internacionais;
• Adaptar o sistema de informação desenvolvido pelo CNCFlora para gerenciamento de dados sobre a flora, de modo a viabilizar a sistematização de etapas do processo de planejamento de ações para a conservação de espécies e monitoramento e avaliação de sucesso dos planos de ação;
• Capacitar uma equipe central para a coordenação nacional do processo e facilitação de oficinas de trabalho;
• Realizar pesquisas em campo para levantar informações sobre espécies consideradas prioritárias para a pesquisa e conservação (categoria CR) ocorrentes em áreas de Cerrado, dentro e fora de Unidades de Conservação (SNUC).
• Elaborar e publicar planos de ação nacionais para as espécies classificadas como Criticamente em Perigo (CR), após a reavaliação do risco de extinção conduzida pelo Centro Nacional de Conservação da Flora – CNCFlora.

 

Projeto Caracterização do Maior Banco Coralíneo do Atlântico Sul : Biodiversidde e Potencial de Sequestro de Carbono

Patrocínio: Brasoil Manatti Exploração Petrolífera S.A
Período: 2012 a 2016

Avanços têm sido obtidos nos últimos anos sobre o papel dos recifes coralíneos na estabilidade do clima no planeta através, principalmente, do mapeamento das áreas ocupadas por recifes coralíneos nos oceanos e em estimativas e modelos sobre as taxas de produção de CaCO3 pelos organismos construtores dos recifes. Surpreendentemente, não existem estimativas para o Atlântico Sul, apesar de estudos da década de 1970 indicarem que a plataforma continental da região nordeste brasileira poderia apresentar os maiores depósitos de CaCO3 do mundo, especialmente a área do Banco dos Abrolhos.

Objetivos do projeto:

caracterizar a distribuição, composição, estrutura e extensão das formações recifais e bancos de rodolitos do Banco dos Abrolhos estimando sua contribuição para a produção de CaCO3 e consequentemente seqüestro de carbono no maior banco coralíneo do Atlântico Sul.
Complementar as amostragens já realizadas, o que nos permitirá finalizar o mapeamento de habitats, descrevendo a biodiversidade e determinando a estrutura das comunidades recifais do Banco dos Abrolhos contribuindo assim para o entendimento dos padrões de distribuição de espécies ocorrentes nessas áreas.

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Foto: Rodrigo L. de Moura

 

Projeto Riqueza de espécies em regiões montanhosas da Amazônia brasileira: diversidade e conservação

Patrocínio : Natura Cosméticos S.A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2014

Acreditando que o primeiro passo para a conservação e demais estudos sobre a biodiversidade, deva ser uma lista de espécies, o presente projeto se justifica pela carência de informações sobre a diversidade vegetal das montanhas da Amazônia brasileira; pela escassez de materiais testemunhos em acervos científicos, o que prejudica estudos taxonômicos, biogeográficos, filogenéticos, dentre outros; e pelos resultados que irão subsidiar o cumprimento das metas do Brasil para 2010 no âmbito da Convenção da Diversidade Biológica. Vale ressaltar, que os poucos espécimes coletados nestas áreas encontram-se depositados em herbários do exterior, o que dificulta sobremaneira a elaboração das listas de espécies destas montanhas.

Objetivos do projeto:
• Inventariar áreas de alta diversidade biológica em regiões montanhosas da Amazônia brasileira;
• Elaborar listas preliminares de espécies para as regiões montanhosas da Amazônia brasileira, considerando que o conhecimento dos táxons é um elemento básico para programas de manejo e conservação.
• Indicar espécies raras, endêmicas e novas ocorrências para o território brasileiro;
• Obter material testemunho da flora das montanhas da Amazônia brasileira, para o herbário, Banco de DNA e coleções vivas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro;
• Disponibilizar os resultados através de relatórios, banco de dados, eventos científicos e publicações em periódicos e livros.

 

Projeto Jardim Botânico do Rio de Janeiro – Manutenção do Arboreto, Revitalização do Centro de Visitantes e apoio a visitação para os anos de 2014 e 2015

Patrocínio : Vale S/A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 e 2015

Manutenção do Arboreto:
Compreende a conservação e recuperação das áreas verdes do Arboreto do Jardim Botânico, especificamente das áreas com vegetação no âmbito das coleções vivas, através de mão de obra qualificada para manutenção do Arboreto e aquisição de equipamentos para recolhimento de resíduos.

Revitalização do Centro de Visitantes:
Prevê a reformulação dos espaços de atendimento ao visitante, compra de novos equipamentos e materiais de suporte, especificamente:
Espaços: espaço de recepção primária, onde serão identificadas as necessidades dos visitantes e propostos encaminhamentos; espaços de acesso às informações com pequenas apresentações, orientações sobre roteiros, exibição contínua de vídeos, encontros com grupos, sala da maquete; preparados para atender grupos heterogêneos, escolas, deficientes e idosos; espaços de infraestrutura – banheiros e copa.

 

Projeto Caracterização do Maior Banco Coralíneo do Atlântico Sul : Biodiversidde e Potencial de Sequestro de Carbono Fase II

Patrocínio: Brasoil Manatti Exploração Petrolífera S.A
Período: 2015 a 2019

Avanços têm sido obtidos nos últimos anos sobre o papel dos recifes coralíneos na estabilidade do clima no planeta através, principalmente, do mapeamento das áreas ocupadas por recifes coralíneos nos oceanos e em estimativas e modelos sobre as taxas de produção de CaCO3 pelos organismos construtores dos recifes. Surpreendentemente, não existem estimativas para o Atlântico Sul, apesar de estudos da década de 1970 indicarem que a plataforma continental da região nordeste brasileira poderia apresentar os maiores depósitos de CaCO3 do mundo, especialmente a área do Banco dos Abrolhos.

Objetivos do projeto:

O projeto tem como objetivo, caracterizar a distribuição, composição, estrutura e extensão das formações recifais e bancos de rodolitos do Banco dos Abrolhos estimando sua contribuição para a produção de CaCO3 e consequentemente sequestro de carbono no maior banco coralíneo do Atlântico Sul.
Complementar as amostragens já realizadas, o que nos permitirá finalizar o mapeamento de habitats, descrevendo a biodiversidade e determinando a estrutura das comunidades recifais do Banco dos Abrolhos contribuindo assim para o entendimento dos padrões de distribuição de espécies ocorrentes nessas áreas.

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Elaboração da Gestão de carbono do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Patrocínio : Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 a 2015

Tem por objetivo a elaboração do Inventário de Emissões do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, utilizando como referencia os dados primários produzidos em 2013, considerando os escopos 1, 2 e 3 e utilizando a metodologia estabelecida pelo GHG Protocol¹ e pelo IPCC², com vistas à execução do projeto. Além disso, visa desenvolver pesquisa com base nas informações geradas na “FASE: Inventário de Emissões GEE”.

 

Projeto Ilhas do Rio – Fase II

Patrocínio : Instituto Mar Adentro Promoção e Gestão do Conhecimento de Ecossistemas Aquáticos
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 a 2015

Levantamento das espécies da flora vascular presentes nas ilhas do MoNa Cagarras, com proposição de áreas para a preservação baseadas principalmente na ocorrência de plantas ameaçadas de extinção e/ou endêmicas, além da realização do controle e monitoramento do vanço do Capim-Colonião no MoNa Cagarras, através de experimento piloto de substituição por espécies nativas na Ilha Comprida.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ Fiocruz

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Fundação Oswaldo Cruz
Período: 2011 a 2014

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/CNC Flora

Patrocínio: Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008 -Renovado em 2009 até 2014

O Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II reúne diferentes setores da iniciativa pública e privada, em um esforço para a conservação da biodiversidade e uso sustentável dos recursos naturais do país. Trata-se de um marco por meio do qual se pretende impulsionar a transformação dos modelos de produção, consumo e ocupação do país.

O PROBIO II será executado por uma parceria estabelecida entre o Ministério do Meio Ambiente – MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO e a Caixa Econômica Federal – CAIXA e foram estabelecidas parcerias com diversas instituições.

 

Espécies de macroalgas indicadoras como ferramenta para avaliação do ambiente marinho, enfocando o aquecimento global: estudo de caso na ESEC Tamoios, RJ

Patrocínio: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2012 a 2014

A sobrevivência e o crescimento de organismos marinhos dependem da temperatura da água do mar. Em função do aumento das emissões de carbono na atmosfera, é previsto o aumento progressivo da temperatura média da água do mar, o propalado “aquecimento global”. Em menor escala, o aumento de temperatura da água do mar já é um fator de impacto às comunidades bentônicas em vários pontos do Planeta, onde efluentes aquecidos, provenientes de processos de resfriamento em indústrias e usinas, são lançados ao mar.

Objetivos do projeto:

Descrever a composição de espécies e a abundância de macroalgas ao longo de diferentes estágios sucessionais, em comunidades de costões rochosos, relacionando os padrões encontrados a fatores ecológicos, como a variação de temperatura da água do mar e a abundância de herbívoros, e a aspectos da morfologia e fisiologia das espécies indicadoras. As análises dos dados biológicos serão feitas com base nos dados de temperatura da água do mar. Com a determinação das espécies indicadoras de ambientes com e sem estresse térmico e o conhecimento de sua fisiologia, em diferentes condições de temperatura da água, podendo assim traçar metas para conservação das espécies num contexto de aquecimento global.

 

Restinga: Conhecer & Conservar

Patrocínio: OSX Construção Naval S.A.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2013 a 2014

O projeto Restinga: Conhecer & Conservar, possibilitara a geração de relevante conhecimento científico, em diferentes linhas de pesquisas, sobre a flora de restinga. Além disso, poderá subsidiar tecnicamente as políticas e metas, governamentais para a conservação da biodiversidade e dos biomas brasileiros, bem como proporcionar atividades socioambientais positivos nas comunidades que dependem dos recursos naturais ou que estão culturamente ligadas as paisagens litorâneas.

Objetivos do projeto:

• Caracterizar a composição florística e estrutura da vegetação de restinga;
• Investigar os processos de regeneração natural, especialmente em áreas degradadas de restinga;
• Desenvolver, implantar e monitorar modelos de restauração ecológica visando recuperar as áreas de restinga degradadas pela ação humana;
• Reconhecer e investigar o potencial de uso da flora de restinga;
• Propor estratégias de conservação in situ, ex situ e on farm das espécies da flora de restinga;
• Subsidiar políticas e propor estratégias científicas para a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas de restinga.

 

Plantar Bangu – Curso de Arborização e Jardinagem

Patrocínio: BSC Shopping Center S.A.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2012 a 2013

O projeto tem seu enfoque no aprendizado específico da importância da Flora Nativa, na escolha e utilização de espécies vegetais para o tratamento paisagístico urbano, conservação e manutenção de jardins e canteiros de espécies ornamentais e aromáticas. O projeto não só visa à qualidade de vida e o desenvolvimento socioambiental, como também as competências e habilidades para as atividades profissionais ligadas a área de paisagismo e jardinagem. Os jovens formandos podem, inclusive, atuar como autônomos, possibilitando assim retorno financeiro, muitas vezes fundamental para o jovem e sua família.

Objetivos do projeto:

O projeto é dividido em duas fases, são elas a Capacitação e Especialização. Seus objetivos são viabilizar trabalhos educativos favorecendo a orientação e a formação de recursos humanos, atendendo jovens de comunidades populares do em torno ao Bangu Shopping, através de técnicas específicas de jardinagem e pedagógicas.

 

Plantas do Brasil: Resgate histórico e herbário virtual para a conservação da flora brasileira – REFLORA

Período: 2011 a 2014

O objetivo principal é resgatar e disponibilizar em herbário virtual para o Brasil e para o mundo, imagens e informações de materiais depositados nos mais importantes museus e coleções do exterior, além de promover a integração e disseminação do conhecimento resgatado e repatriado ao Brasil.
O projeto é coordenado pelo CNPq e contará com a assessoria de um comitê técnico científico, formado por representantes dos diversos parceiros e envolve diversos atores como Pesquisadores, Agencias Federais de Fomento, diferentes Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa – FAPs e das empresas NATURA e VALE S.A.

 

Projeto Resgate da Flora Endêmica e ameaçada de extinção nas áreas de influência da obra da linha 4 do metrô – Rio de Janeiro

Patrocínio: Concessionária Rio Barra S.A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2014

O projeto visa ações voltadas a conservação da biodiversidade, tais como:

Realizar o resgate de germoplasma vegetal presente nos afloramentos rochosos das áreas dos túneis de serviço e de emboque, voltadas para a estrada da Barra da Tijuca.

Cultivar e levantar informações científicas do material oriundo do resgate em condições controladas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, além de apre-sentar parte do material coletado em canteiro específico sobre vegetação de inselberg, a ser implantado na área de visitação do Jardim Botânico.

Monitorar as espécies ameaçadas de extinção presentes na área de resgate do empreendimento e em áreas adjacentes e comparar com áreas naturais não impactadas localizadas no interior do PARNA da tijuca e outras áreas naturais que possuam ocorrência natural das espécies, preferencialmente em unidades de conservação.

 

Livro Vivo das Plantas Medicinais do povo Huni Kuin do Jordão

Patrocínio: Conservação Internacional Brasil
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2012

Os Huni Kuin – a gente verdadeira ou gente do cipó, também conhecidos como Kaxinawa – é a população indígena mais numerosa do estado do Acre. No Brasil somam cerca de 7.000 índios, moradores de doze Terras Indígenas (TI’s) localizadas em afluentes das bacias dos rios Purus e Juruá.

Objetivo Geral:

Resgatar e preservar a cultura dos índios da tribo dos Huni Kuin, seu conhecimento tradicional das plantas, usos e aplicações medicinais, para formação dos jovens pajés.

Objetivos Específicos:

• Editar um livro, intitulado “Livro Vivo das Medicinas Tradicionais Huni Kuin”, onde serão identificadas, registradas e catalogadas cerca de 384 espécies de plantas medicinais do povo Huni Kuin, através do conhecimento que será repassado pelo pajé Ika Muru.
• Coletar, identificar, catalogação, levantamento de informação e preparo das plantas objeto do livro para incorporação no acervo do herbário do Jardim Botânico.

 

Ostras de Mandira

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Fundação Florestal de São Paulo e Instituto de Pesca de Cananéia, SP
Período: de 1991 a 1993

O projeto teve por objetivo criar e implantar uma reserva extrativista, visando controlar a exploração dos bancos naturais da ostra Crassostrea brasiliana, e aumentar a qualidade do produto, inibindo a exploração a nível predatório. Como resultado do impacto social, foi percebido o aumento da renda da comunidade e como resultado do impacto ambiental, observou-se a preservação do ecossistema local.

 

Programa Mata Atlântica

Patrocínio: Petróleo Brasileiro S. A. – PETROBRAS
Coordenação: Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: de 1993 a 2009

Desde meados de 1993, a Fundação vem dando apoio aos projetos de pesquisa do Programa Mata Atlântica, cujo objetivo inicial era o de elaborar uma proposta de Revegetação da Reserva Biológica de Poço das Antas, no Município de Silva Jardim – RJ. Os recursos para esses projetos foram obtidos inicialmente com a Shell Brasil S.A. e a Fundação MacArthur. Em janeiro de 1998 os objetivos foram ampliados, já com o apoio da PETROBRAS, para o estudo dos “Remanescentes de Floresta Atlântica no Rio de Janeiro”. A atuação da Fundação consistiu na gerência financeira e de logística, ocupando-se da compra de materiais e equipamentos e da outorga de bolsas a pesquisadores diretamente envolvidos com a execução do projeto.

 

Jequiá

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Associação dos Amigos do Manguezal Jequiá
Período: 2000 a 2001

O projeto teve por objetivo promover a recuperação ambiental do Manguezal do Jequiá e do Morro da Ribeira, ampliar o público alvo das atividades de Educação Ambiental e promover um beneficiamento direto para a comunidade envolvida.

O Manguezal do Jequiá representa um dos últimos remanescentes de Manguezais da Baía de Guanabara. Cerca de 30 mil mudas foram produzidas pelo viveiro de mudas do projeto e plantadas no manguezal. A atribuição da Fundação consistiu em gerenciar os recursos provenientes da Shell Brasil para a Associação de Moradores do Manguezal do Jequiá e implantar o projeto de utilização da área do Morro da Ribeira.

 

Caiçaras

Patrocínio: Shell Foundation
Coordenação: Prefeitura de Paraty
Período: 2001 a 2007

O objetivo do projeto “Improving the conditions and income of the local caiçaras communities of Ponta Negra and Praia do Sono, Paraty-RJ” foi o de promover melhorias nas condições de vida e renda destas comunidades através do seu fortalecimento e da oferta de energia solar e maricultura.

 

Marapendi

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
Período: 2002 a 2004

O projeto teve por objetivo criar o Centro de Informações do Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Municipal Ecológico de Marapendi, – RJ. O projeto, com duração de 2 (dois) anos, promoveu a implementação do Centro de Informações e a execução de atividades de educação ambiental, explorando a oportunidade da mudança do escritório da Shell Brasil para a Barra da Tijuca, buscando maior aproximação com a comunidade local, tanto em nível institucional, quanto em relação ao engajamento de seus funcionários.

 

Pau-Brasil

Patrocínio: Fauna & Flora International
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2004 a 2005

Iniciado em 2003, o Plano de Ação para a Conservação do Pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.), executado em parceria com os pesquisadores do JBRJ, visou a elaboração de um programa de ações de conservação para o Pau-Brasil, no Rio de Janeiro e, posteriormente, em outros estados de ocorrência da espécie.

 

Informatização do Acervo do Herbário do Jardim Botânico
do Rio de Janeiro

Patrocínio: Petróleo Brasileiro S. A. – PETROBRAS
Coordenação: Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2005 a 2008

Com o patrocínio da Petrobras, em maio de 2005 iniciou -se o Projeto de Informatização do Acervo do Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JABOT) que atualmente possui cerca de 300.000 espécimes digitados (início da digitação – 29/08/2005) e 10.646 imagens de exsicatas digitalizadas. Embora o processo de digitação ainda não tenha alcançado sua meta final de 500.000 – exemplares, estima-se que o número de consultas tenha no mínimo duplicado, uma vez que foram registrados 2.880 acessos ao JABOT por mês, a partir de maio de 2006. Um ganho excepcional que advêm deste projeto é a nossa cooperação junto à ação social Jardineiros Residentes, onde cerca de 15 jovens auxiliam na manutenção e conservação do acervo científico das plantas, restaurando as coleções. Com isso gera-se estágio profissionalizante para esses jovens, capacitando-os por um período máximo de 24 meses, visando o ingresso no mercado de trabalho como Jardineiros Profissionais.

 

Biologia e Conservação de Bromeliaceae da Mata Atlântica

Patrocínio: Coca – Cola, Conselho Nacional de Pesquisas – CNPq, Conservation International
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008

Foi concebido com o intuito de formar um centro de referência sobre a família Bromeliacea da Mata Atlântica, visando o desenvolvimento de pesquisas e formação de recursos humanos, ampliação das informações e das coleções científicas de Bromeliaceae.

 

Projeto Typus – South America Plant Initiative

Patrocínio: Fundação Andrew W. Mellon – New York
Coordenação: Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008 – Renovado em 2009 até 2011 – Renovado em 2012

Criar um banco de dados com informações científicas e imagens de 6.000 a 7.000 TIPOS de plantas brasileiras depositadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro que serão distri-buídas através do Portal ALUKA. Criar a Flora da Mata Atlântica do estado do RJ através de um banco de dados com informações científicas e gráficas de 20.000 espécimes de plantas vasculares (não somente os TIPOS) do Estado do Rio de Janeiro que serão distribuídas através do Portal ALUKA. O Jardim Botânico tem grande parte do banco de dado destas espécies digitalizado e um pequeno staff envolvido nesta iniciativa.

 

Projeto Melastomataceae Revisitada na Flora Organensis

Patrocínio: Concessionária Rio Teresópolis S.A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2009 e 2010

O PARNASO representa um trecho de floresta atlântica do Sudeste brasileiro, do qual muito pouco se conhece atualmente, acerca da representatividade das Melastomataceae. O projeto representa um esforço sistematizado de coleta de dados em literatura, coleções de herbários e no campo dos táxons dessa família, para a elaboração de uma base de dados e estudos taxonômicos.

 

Projeto Avaliação da qualidade Fisiológica de Sementes de espécies florestais nativas

Patrocínio: Signus Vitae Comércio e Elaboração de Estudos e projetos Ambientais Ltda.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2010 a 2012

O Projeto visa pesquisar sobre avaliação da qualidade fisiológica de sementes de espécies florestais, focando no desenvolvimento de tecnologias de coleta, beneficiamento e a conservação de sementes das espécies nativas de importância econômica e ecológica.
As pesquisas ocorrerão por meio de execução dos experimentos e das análises realizadas no Laboratório de Sementes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ ICMBio

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto Chico Mendes
Período: 2011 a 2012

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ PPBIO – Bioma Mata Atlântica

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2013

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Algas Calcárias Peregrino

Patrocínio: Statoil Petróleo Brasil Ltda.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2010 a 2013

O campo de petróleo de Peregrino, no Brasil, apresenta uma comunidade bêntica a uma profundidade aproximada de 100 metros, dominada por rodolitos constituídos de algas calcárias. Os rodolitos têm formato esférico, o que sugere que podem estar rolando em um substrato duro no fundo do mar. Os leitos de rodolitos tendem a criar um habitat biogênico para uma diversidade de comunidades bênticas. No caso da área do campo de Peregrino, faltam informações sobre as espécies de algas presentes e também sobre a composição da comunidade bêntica associada.

O projeto de pesquisa visa a descrever a composição da comunidade bêntica associada aos leitos de rodolitos. Além disso, serão definidos métodos para determinar a sensibilidade às atividades petrolíferas, tais como operações de perfuração.

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