PROJETOS FINALIZADOS

Elaboração da Gestão de carbono do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Patrocínio : Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 a 2015

Tem por objetivo a elaboração do Inventário de Emissões do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, utilizando como referencia os dados primários produzidos em 2013, considerando os escopos 1, 2 e 3 e utilizando a metodologia estabelecida pelo GHG Protocol¹ e pelo IPCC², com vistas à execução do projeto. Além disso, visa desenvolver pesquisa com base nas informações geradas na “FASE: Inventário de Emissões GEE”.

 

Projeto Ilhas do Rio – Fase II

Patrocínio : Instituto Mar Adentro Promoção e Gestão do Conhecimento de Ecossistemas Aquáticos
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2014 a 2015

Levantamento das espécies da flora vascular presentes nas ilhas do MoNa Cagarras, com proposição de áreas para a preservação baseadas principalmente na ocorrência de plantas ameaçadas de extinção e/ou endêmicas, além da realização do controle e monitoramento do vanço do Capim-Colonião no MoNa Cagarras, através de experimento piloto de substituição por espécies nativas na Ilha Comprida.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ Fiocruz

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Fundação Oswaldo Cruz
Período: 2011 a 2014

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/CNC Flora

Patrocínio: Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008 -Renovado em 2009 até 2014

O Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II reúne diferentes setores da iniciativa pública e privada, em um esforço para a conservação da biodiversidade e uso sustentável dos recursos naturais do país. Trata-se de um marco por meio do qual se pretende impulsionar a transformação dos modelos de produção, consumo e ocupação do país.

O PROBIO II será executado por uma parceria estabelecida entre o Ministério do Meio Ambiente – MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO e a Caixa Econômica Federal – CAIXA e foram estabelecidas parcerias com diversas instituições.

 

Espécies de macroalgas indicadoras como ferramenta para avaliação do ambiente marinho, enfocando o aquecimento global: estudo de caso na ESEC Tamoios, RJ

Patrocínio: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2012 a 2014

A sobrevivência e o crescimento de organismos marinhos dependem da temperatura da água do mar. Em função do aumento das emissões de carbono na atmosfera, é previsto o aumento progressivo da temperatura média da água do mar, o propalado “aquecimento global”. Em menor escala, o aumento de temperatura da água do mar já é um fator de impacto às comunidades bentônicas em vários pontos do Planeta, onde efluentes aquecidos, provenientes de processos de resfriamento em indústrias e usinas, são lançados ao mar.

Objetivos do projeto:

Descrever a composição de espécies e a abundância de macroalgas ao longo de diferentes estágios sucessionais, em comunidades de costões rochosos, relacionando os padrões encontrados a fatores ecológicos, como a variação de temperatura da água do mar e a abundância de herbívoros, e a aspectos da morfologia e fisiologia das espécies indicadoras. As análises dos dados biológicos serão feitas com base nos dados de temperatura da água do mar. Com a determinação das espécies indicadoras de ambientes com e sem estresse térmico e o conhecimento de sua fisiologia, em diferentes condições de temperatura da água, podendo assim traçar metas para conservação das espécies num contexto de aquecimento global.

 

Restinga: Conhecer & Conservar

Patrocínio: OSX Construção Naval S.A.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2013 a 2014

O projeto Restinga: Conhecer & Conservar, possibilitara a geração de relevante conhecimento científico, em diferentes linhas de pesquisas, sobre a flora de restinga. Além disso, poderá subsidiar tecnicamente as políticas e metas, governamentais para a conservação da biodiversidade e dos biomas brasileiros, bem como proporcionar atividades socioambientais positivos nas comunidades que dependem dos recursos naturais ou que estão culturamente ligadas as paisagens litorâneas.

Objetivos do projeto:

• Caracterizar a composição florística e estrutura da vegetação de restinga;
• Investigar os processos de regeneração natural, especialmente em áreas degradadas de restinga;
• Desenvolver, implantar e monitorar modelos de restauração ecológica visando recuperar as áreas de restinga degradadas pela ação humana;
• Reconhecer e investigar o potencial de uso da flora de restinga;
• Propor estratégias de conservação in situ, ex situ e on farm das espécies da flora de restinga;
• Subsidiar políticas e propor estratégias científicas para a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas de restinga.

 

Plantar Bangu – Curso de Arborização e Jardinagem

Patrocínio: BSC Shopping Center S.A.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2012 a 2013

O projeto tem seu enfoque no aprendizado específico da importância da Flora Nativa, na escolha e utilização de espécies vegetais para o tratamento paisagístico urbano, conservação e manutenção de jardins e canteiros de espécies ornamentais e aromáticas. O projeto não só visa à qualidade de vida e o desenvolvimento socioambiental, como também as competências e habilidades para as atividades profissionais ligadas a área de paisagismo e jardinagem. Os jovens formandos podem, inclusive, atuar como autônomos, possibilitando assim retorno financeiro, muitas vezes fundamental para o jovem e sua família.

Objetivos do projeto:

O projeto é dividido em duas fases, são elas a Capacitação e Especialização. Seus objetivos são viabilizar trabalhos educativos favorecendo a orientação e a formação de recursos humanos, atendendo jovens de comunidades populares do em torno ao Bangu Shopping, através de técnicas específicas de jardinagem e pedagógicas.

 

Plantas do Brasil: Resgate histórico e herbário virtual para a conservação da flora brasileira – REFLORA

Período: 2011 a 2014

O objetivo principal é resgatar e disponibilizar em herbário virtual para o Brasil e para o mundo, imagens e informações de materiais depositados nos mais importantes museus e coleções do exterior, além de promover a integração e disseminação do conhecimento resgatado e repatriado ao Brasil.
O projeto é coordenado pelo CNPq e contará com a assessoria de um comitê técnico científico, formado por representantes dos diversos parceiros e envolve diversos atores como Pesquisadores, Agencias Federais de Fomento, diferentes Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa – FAPs e das empresas NATURA e VALE S.A.

 

Projeto Resgate da Flora Endêmica e ameaçada de extinção nas áreas de influência da obra da linha 4 do metrô – Rio de Janeiro

Patrocínio: Concessionária Rio Barra S.A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2014

O projeto visa ações voltadas a conservação da biodiversidade, tais como:

Realizar o resgate de germoplasma vegetal presente nos afloramentos rochosos das áreas dos túneis de serviço e de emboque, voltadas para a estrada da Barra da Tijuca.

Cultivar e levantar informações científicas do material oriundo do resgate em condições controladas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, além de apre-sentar parte do material coletado em canteiro específico sobre vegetação de inselberg, a ser implantado na área de visitação do Jardim Botânico.

Monitorar as espécies ameaçadas de extinção presentes na área de resgate do empreendimento e em áreas adjacentes e comparar com áreas naturais não impactadas localizadas no interior do PARNA da tijuca e outras áreas naturais que possuam ocorrência natural das espécies, preferencialmente em unidades de conservação.

 

Livro Vivo das Plantas Medicinais do povo Huni Kuin do Jordão

Patrocínio: Conservação Internacional Brasil
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2012

Os Huni Kuin – a gente verdadeira ou gente do cipó, também conhecidos como Kaxinawa – é a população indígena mais numerosa do estado do Acre. No Brasil somam cerca de 7.000 índios, moradores de doze Terras Indígenas (TI’s) localizadas em afluentes das bacias dos rios Purus e Juruá.

Objetivo Geral:

Resgatar e preservar a cultura dos índios da tribo dos Huni Kuin, seu conhecimento tradicional das plantas, usos e aplicações medicinais, para formação dos jovens pajés.

Objetivos Específicos:

• Editar um livro, intitulado “Livro Vivo das Medicinas Tradicionais Huni Kuin”, onde serão identificadas, registradas e catalogadas cerca de 384 espécies de plantas medicinais do povo Huni Kuin, através do conhecimento que será repassado pelo pajé Ika Muru.
• Coletar, identificar, catalogação, levantamento de informação e preparo das plantas objeto do livro para incorporação no acervo do herbário do Jardim Botânico.

 

Ostras de Mandira

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Fundação Florestal de São Paulo e Instituto de Pesca de Cananéia, SP
Período: de 1991 a 1993

O projeto teve por objetivo criar e implantar uma reserva extrativista, visando controlar a exploração dos bancos naturais da ostra Crassostrea brasiliana, e aumentar a qualidade do produto, inibindo a exploração a nível predatório. Como resultado do impacto social, foi percebido o aumento da renda da comunidade e como resultado do impacto ambiental, observou-se a preservação do ecossistema local.

 

Programa Mata Atlântica

Patrocínio: Petróleo Brasileiro S. A. – PETROBRAS
Coordenação: Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: de 1993 a 2009

Desde meados de 1993, a Fundação vem dando apoio aos projetos de pesquisa do Programa Mata Atlântica, cujo objetivo inicial era o de elaborar uma proposta de Revegetação da Reserva Biológica de Poço das Antas, no Município de Silva Jardim – RJ. Os recursos para esses projetos foram obtidos inicialmente com a Shell Brasil S.A. e a Fundação MacArthur. Em janeiro de 1998 os objetivos foram ampliados, já com o apoio da PETROBRAS, para o estudo dos “Remanescentes de Floresta Atlântica no Rio de Janeiro”. A atuação da Fundação consistiu na gerência financeira e de logística, ocupando-se da compra de materiais e equipamentos e da outorga de bolsas a pesquisadores diretamente envolvidos com a execução do projeto.

 

Jequiá

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Associação dos Amigos do Manguezal Jequiá
Período: 2000 a 2001

O projeto teve por objetivo promover a recuperação ambiental do Manguezal do Jequiá e do Morro da Ribeira, ampliar o público alvo das atividades de Educação Ambiental e promover um beneficiamento direto para a comunidade envolvida.

O Manguezal do Jequiá representa um dos últimos remanescentes de Manguezais da Baía de Guanabara. Cerca de 30 mil mudas foram produzidas pelo viveiro de mudas do projeto e plantadas no manguezal. A atribuição da Fundação consistiu em gerenciar os recursos provenientes da Shell Brasil para a Associação de Moradores do Manguezal do Jequiá e implantar o projeto de utilização da área do Morro da Ribeira.

 

Caiçaras

Patrocínio: Shell Foundation
Coordenação: Prefeitura de Paraty
Período: 2001 a 2007

O objetivo do projeto “Improving the conditions and income of the local caiçaras communities of Ponta Negra and Praia do Sono, Paraty-RJ” foi o de promover melhorias nas condições de vida e renda destas comunidades através do seu fortalecimento e da oferta de energia solar e maricultura.

 

Marapendi

Patrocínio: Shell Brasil
Coordenação: Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
Período: 2002 a 2004

O projeto teve por objetivo criar o Centro de Informações do Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Municipal Ecológico de Marapendi, – RJ. O projeto, com duração de 2 (dois) anos, promoveu a implementação do Centro de Informações e a execução de atividades de educação ambiental, explorando a oportunidade da mudança do escritório da Shell Brasil para a Barra da Tijuca, buscando maior aproximação com a comunidade local, tanto em nível institucional, quanto em relação ao engajamento de seus funcionários.

 

Pau-Brasil

Patrocínio: Fauna & Flora International
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2004 a 2005

Iniciado em 2003, o Plano de Ação para a Conservação do Pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.), executado em parceria com os pesquisadores do JBRJ, visou a elaboração de um programa de ações de conservação para o Pau-Brasil, no Rio de Janeiro e, posteriormente, em outros estados de ocorrência da espécie.

 

Informatização do Acervo do Herbário do Jardim Botânico
do Rio de Janeiro

Patrocínio: Petróleo Brasileiro S. A. – PETROBRAS
Coordenação: Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2005 a 2008

Com o patrocínio da Petrobras, em maio de 2005 iniciou -se o Projeto de Informatização do Acervo do Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JABOT) que atualmente possui cerca de 300.000 espécimes digitados (início da digitação – 29/08/2005) e 10.646 imagens de exsicatas digitalizadas. Embora o processo de digitação ainda não tenha alcançado sua meta final de 500.000 – exemplares, estima-se que o número de consultas tenha no mínimo duplicado, uma vez que foram registrados 2.880 acessos ao JABOT por mês, a partir de maio de 2006. Um ganho excepcional que advêm deste projeto é a nossa cooperação junto à ação social Jardineiros Residentes, onde cerca de 15 jovens auxiliam na manutenção e conservação do acervo científico das plantas, restaurando as coleções. Com isso gera-se estágio profissionalizante para esses jovens, capacitando-os por um período máximo de 24 meses, visando o ingresso no mercado de trabalho como Jardineiros Profissionais.

 

Biologia e Conservação de Bromeliaceae da Mata Atlântica

Patrocínio: Coca – Cola, Conselho Nacional de Pesquisas – CNPq, Conservation International
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008

Foi concebido com o intuito de formar um centro de referência sobre a família Bromeliacea da Mata Atlântica, visando o desenvolvimento de pesquisas e formação de recursos humanos, ampliação das informações e das coleções científicas de Bromeliaceae.

 

Projeto Typus – South America Plant Initiative

Patrocínio: Fundação Andrew W. Mellon – New York
Coordenação: Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2006 a 2008 – Renovado em 2009 até 2011 – Renovado em 2012

Criar um banco de dados com informações científicas e imagens de 6.000 a 7.000 TIPOS de plantas brasileiras depositadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro que serão distri-buídas através do Portal ALUKA. Criar a Flora da Mata Atlântica do estado do RJ através de um banco de dados com informações científicas e gráficas de 20.000 espécimes de plantas vasculares (não somente os TIPOS) do Estado do Rio de Janeiro que serão distribuídas através do Portal ALUKA. O Jardim Botânico tem grande parte do banco de dado destas espécies digitalizado e um pequeno staff envolvido nesta iniciativa.

 

Projeto Melastomataceae Revisitada na Flora Organensis

Patrocínio: Concessionária Rio Teresópolis S.A
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2009 e 2010

O PARNASO representa um trecho de floresta atlântica do Sudeste brasileiro, do qual muito pouco se conhece atualmente, acerca da representatividade das Melastomataceae. O projeto representa um esforço sistematizado de coleta de dados em literatura, coleções de herbários e no campo dos táxons dessa família, para a elaboração de uma base de dados e estudos taxonômicos.

 

Projeto Avaliação da qualidade Fisiológica de Sementes de espécies florestais nativas

Patrocínio: Signus Vitae Comércio e Elaboração de Estudos e projetos Ambientais Ltda.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2010 a 2012

O Projeto visa pesquisar sobre avaliação da qualidade fisiológica de sementes de espécies florestais, focando no desenvolvimento de tecnologias de coleta, beneficiamento e a conservação de sementes das espécies nativas de importância econômica e ecológica.
As pesquisas ocorrerão por meio de execução dos experimentos e das análises realizadas no Laboratório de Sementes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ ICMBio

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto Chico Mendes
Período: 2011 a 2012

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade – PROBIO II/ PPBIO – Bioma Mata Atlântica

Patrocínio : Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2011 a 2013

A Fundação Flora será responsável pela concessão de bolsas de fomento a pesquisa.

 

Projeto Algas Calcárias Peregrino

Patrocínio: Statoil Petróleo Brasil Ltda.
Coordenação: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Período: 2010 a 2013

O campo de petróleo de Peregrino, no Brasil, apresenta uma comunidade bêntica a uma profundidade aproximada de 100 metros, dominada por rodolitos constituídos de algas calcárias. Os rodolitos têm formato esférico, o que sugere que podem estar rolando em um substrato duro no fundo do mar. Os leitos de rodolitos tendem a criar um habitat biogênico para uma diversidade de comunidades bênticas. No caso da área do campo de Peregrino, faltam informações sobre as espécies de algas presentes e também sobre a composição da comunidade bêntica associada.

O projeto de pesquisa visa a descrever a composição da comunidade bêntica associada aos leitos de rodolitos. Além disso, serão definidos métodos para determinar a sensibilidade às atividades petrolíferas, tais como operações de perfuração.

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